Comportar-se como um animal ao volante é tão português como o fado e o chibanço. Ter ministros a 200 km/h na A1 sem pagar multa, comprar um Audi em 2ª mão, meter um aileron Matias na oficina do bairro e testar o bólide na ponte Vasco da Gama é português. E dizer mal dos outros também. E viva o blogue :)



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quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Cada um extravaza as frustrações à sua maneira...


O BOB, autor da Horta das Vespas, alertou-me para esta fotografia do pprado, que registou este momento ímpar na passagem marcante da caravana do Dakar mais curto de sempre (ao que consta, a prova teve uma etapa, desde a Torre de Belém até aos Mosteiros dos Jerónimos). Não há muito para acrescentar à imagem.



quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

1008!! fenomenal!





Em primeiro lugar, quero desejar um Feliz Ano Novo de 2008 para todos os viciados deste estaminé, que daqui a pouco vai fazer um aninho, e que já superou as minhas melhores espectativas. Um abraço especial a todos os que partilharam neste espacinho as suas imagens deprimentes do ser português ao volante.

E, já agora, um Feliz Ano de 2008 para os familiares e amigos das 1008 vítimas mortais nas estradas portuguesas em 2007, um número vergonhoso, e que só não percebe como é possível, quem não quer perceber, não é senhores ministros da administração interna e presidentes da câmara dos radares?!nestes 3 dias de Ano Novo, morreram 15 pessoas, o que é mesmo deprimente. Quantos estavam em excesso de velocidade?

Passei o ano novo em Londres, e como tal, fui vendo as notícias pelo Google News. Engraçado, as primeiras notícias eram sempre sobre a contagem de mortos e acidentes nas estradas... o que por um lado é bom, pois ajuda a sensibilizar as pessoas, mas eu gostava de lançar uma acha sobre as diferenças escandalosas que há entre um país desenvolvido (Inglaterra) e um que anda a ficar cada vez menos desenvolvido (Portugal). Um detalhe tão simples, que até chateia, mas que bem que poderia salvar algumas das vítimas deste Ano Novo.

Sabiam que o Metro de Londres não fechou durante a noite de Ano Novo?! Sim, fez quase 40 horas seguidas a funcionar em pleno, sem interrupção. Ah, e claro, houve autocarros durante 24 horas, para todos os pontos de Londres. Juntem isto ao facto de haverem centenas de polícias de pé e a cavalo atentos aos excessos e sempre prestáveis a aconselhar as pessoas a parar de beber e irem para casa, fez com que dezenas de milhares de foliões, incluindo alguns milhares de embriagados, pudessem ir para casa calmamente sem recorrerem o carro! Paa quê, se havia transporte a toda a hora e gratuito?! (sim, não se pagava nessa noite!) Apesar do número recorde de chamadas de ambulâncias, mesmo superando os festejos do Milénio, só ouvi notícias deste acidente, vitimando 3 adolescentes embriagados. Excelente resultado para uma capital com milhões de pessoas, e de gajos que não são nada meiguinhos na hora de virar loiras!

E em Portugal, como foi? O metro de Lisboa esteve aberto toda a noite? Havia autocarros toda a noite? A polícia esteve a acompanhar as pessoas a beber, e a aconselhá-los? Ou, pelo contrário, o metro esteve fechado durante a noite, obrigando as pessoas a recorrer aos carros, para depois no final da noite, apanharem uma operação STOP cuidadosamente montada pela PSP, para que não escape nenhum bêbado, e gerarem a melhor receita da noite?!

Pelo que li lá nos jornais, até o Zé Diogo Quintela foi apanhado na operação! Será que foi do licor Beirão?! Seja como for, toca a fazer trabalho comunitário, pois como não é do Benfica, quanto mais jogador do Benfica como o Luisão, não tens malta que te safe!!

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

O "Trânsito Proibido Excepto GPL" ao detalhe...





Oops, ninguém chegou lá perto, mas, se formos a ver, é humilhante eu saber a resposta... mas vamos começar pelo princípio:

Este sinal encontra-se na estação de serviço da Repsol do Estádio da Luz, sentido Pina Manique - Aeroporto, na 2a Circular, em Lisboa. Como qualquer estação de serviço que se preze, possui várias bombas de gasolina e de gasóleo, e, no seu extremo direito (mais afastado da via, portanto), uma bomba de GPL. Ora, é precisamente nesse acesso, que deve ter largura para sensivelmente dois carros lado a lado, que se encontra esta placa de trânsito proibido a todos os carros excepto os de GPL.

Ora, nas horas de ponta com as características filas intermináveis na 2ª circular, eis que brota uma corja de energúmenos iluminados, que foram bafejados (pensam eles) com uma inteligência acima da média, e que decidem usar os acessos da bomba da Repsol para avançar mais uns metros na fila! Sim, fingem que vão meter combustível, seguem pela bomba adentro sem parar, só para voltar a entrar na mesma fila, à saída da bomba! E o acesso mais apetitoso é o do GPL, pois é mais escondido e directo para a saída...

Quem se abastece com GPL naquela bomba (como eu), e ainda por cima com um carro europeu (ou seja, com o bocal do depósito de gasolina virado para a direita), sabe muito bem que, durante o abastecimento, a mangueira do GPL (de tamanho ainda considerável) fica bem saliente e com o resto do tubo a serpentear lá perto. Digamos que é uma péssima ideia, durante o abastecimento de gás, abalroar a mangueira... atenção, não é o abastecimento que é perigoso: os portugueses é que são perigosos!

Enquanto pagava, estive a trocar algumas impressões com o funcionário da Repsol sobre o tal sinal, para confirmar se se realmente servia para o que estava a pensar. Ele responde-me que estes chicos-espertinhos não querem saber da placa, e até passam grandes rasas aos carros que estão a abastecer-se com GPL, pisando as mangueiras como se nada fosse, e colocando em perigo o abastecimento dos carros! Tudo para ganhar uns metrinhos, porque a inteligência deles não chega para pensar que, se calhar, era bem mais eficiente sair 5 minutos mais cedo de casa!

Sugeri que colocassem lá um daqueles placares metálicos, uns cones, qualquer coisa para ver se travam estes burgessos ao volante... é que estou mesmo a ver na minha mente uma camioneta, com imensões mais avantajadas, e conduzida por um profissional da estupidez ao volante, a provocar um acidente lá de proporções assustadoras. E esse tipo de acidentes, nem com radares ou com desculpas de velocidade excessiva lá vão!

E depois ouvimos sempre dizer que a culpa é do excesso de velocidade. Claro. Essa consegue-se medir com radares. E para quando as multas por excesso de estupidez? Estão à espera que o acidente aconteça, para começarem a agir?

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Adivinhem para que serve este sinal de trânsito...





Aceitam-se sugestões para que raio serve este sinal. Tirei a fotografia há pouco tempo atrás, em Lisboa. Quem já sabe a resposta, por favor, abstenha-se de estragar a brincadeira.
Pista nº1: tem a haver com mais um chico-espertismo português.
Pista nº2: não tem a ver com estacionamentos de nenhuma forma!

Eu amanhã coloco a resposta final.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Prontos, prontos, isto vai virar blogue XXX!





Prontos, a pedido de muita malta sedenta de sinais de trânsitos bem ordinários e surrealistas, aqui está uma imagem dos ditos sinais de trânsito que populam um pouco por todos os países ex-jugoslavos. Este exemplar aqui foi partilhado pelo colega António Oliveira (ah pois, que isto de conduzir tem mais adeptos que o futebol! :) ), que registou esta placa em Ljubljana, na Eslovénia.

Para quem não acompanhou esta onda de humor fácil, brejeito e, de certa moda, infantil, isto tudo começou com este sinal de trânsito que vi na Hungria. Como é estupidamente fácil fazer trocadilhos com palavras obscenas, fica ao vosso critério o que significaria uma junção de sinais de trânsito proibido da Eslovénia e da hungria, no mesmo passeio. Ou, porque é que "cona" significa "zona". E também as misterioras unidades (300 kp/m2) no sinal húngaro... será kilo-pentelhos por mulher ao quadrado? Desulpem, não resisti.

sábado, 22 de setembro de 2007

Cumprimentos da Hungria!





Este sinal húngaro é absolutamente surreal. tinha de partilhar com vocês. Pena que não possa trazer um para casa. :)

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

É proibido conduzir com o nome "Zé"!



Em caso de transgressão, as coimas são entre 50 e
os 250 euros para todos os Josés! E não bufa!


Tomei a liberdade de retirar esta fotografia do blogue do Pitux. A fotografia é da sua autoria, e foi tirada em Lisboa. Nela, podemos ver que não há limites para a imaginação tuga no que diz respeito a deixar as suas marcas territoriais em formato graffiti.

Se formos a ver, os sinais de trânsitos são muito requisitados para terem assinaturas. Tal e qual como as casas de banho públicas das estações de serviço da A1, que possuem a maior concentração de números de telefones e de slogans gay de Portugal inteiro, ultrapassando de longe qualquer página de anúncios do 24 horas. Não sei porquê, mas nota-se que o sinal de proibido é um dos mais requisitados, talvez devido àquela apetecível faixa branca.

Bem, um indivíduo qualquer, chamado Zé, decidiu homenagear-se a si próprio e decorou o dito sinal com o seu nome. Claro que duas letrinhas só podiam caber na faixa branca com uma redução de tamanho graficamente irrepreensível, mostrando talento nato e provando que não é a primeira vez que fez isso. O resultado é confuso: a circulação, ao que parece, é permitido a todos os automobilistas que não se chamem "Zé".

O Pitux, dono da fotografia, lançou um desafio aos lisboetas para que descubram onde se encontra este sinal. Eu cá não sei, mas sei muitíssimo bem onde é que DEVERIA estar: mesmo na entrada do Palácio de S. Bento, para impedir um certo Zé de andar a continuar a complicar-me a vida.

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Piso em mau estado...



Esta é daquelas imagens que diz tudo, e mai nada!
Cortesia do colega automobilizado Clio-Thoris.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Como tratar bem os deficientes... NOT!





Bem, numa das minhas demandas por carne fresca para meter aqui neste blogue, deparei-me com esta fantástica imagem. Infelizmente perdi-lhe o rasto e não sei de onde a retirei, mas pelo caricato da situação, é seguro dizer que é mais uma estacionamento adjudicado e realizado em solo luso.

Cada vez mais acredito que, quem é deficiente neste país, merece-o ser porque ainda cá está! Mas o que raio está a fazer aqui? Vá para França ou para a Alemanha, onde se calhar até lhe cedem o lugar de estacionamento e ajudam-no a atravessar a rua! Já deu para perceber que os municípios estão a marimbar-se para as vossas necessidades a nível de rampas de passeios, os construtores e os arquitectos estão a marimbar-se para os vossos acessos especiais... e os condutores portugueses, esses, estão sempre a estacionar nos vossos lugares nos centros comerciais, pois dá muito trabalho para andar até às escadas rolantes, embora depois andem 2km à procura de um par de meias. E quanto à polícia, não esperem tratamento especial....

Vão-se embora. Sejam espertos, ide para um país civilizado, porque isto é a selva! Não estão a ouvir ainda a gargalhada sarcástica de quem pôs lá o poste? Emigrem para a civilização (que é já ali ao lado), tenham uma boa vida, e deixem este país entregue à bicharada.

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Alto! Aqui só passam traineiras!




Será que, se meter uma hélice falsa atrás e umas redes
de pesca no carro, consigo passar sem levar uma multa?


Acabei de tirar esta fotografia, fresquinha, mesmo no centro de Seixal. Nela, podemos observar que existe um sinal de trânsito proibido, a não ser que o bólide que temos seja... uma embarcação afecta à Associação Náutica do Seixal, ANS. O que é fantástico, pois permite-me dissertar no tipo de postas que eu mais adoro: as postas non-sense!

Bem, em primeiro lugar, não sabia que os barcos tinham 4 rodas! Mas, se pensar bem, até são capazes de ter, mas sempre ocultas debaixo de água. E tem toda a lógica, pois se eu tivesse um barco, não gostava de o deixar à noite ao relento nas águas frias do Tejo, e bem que preferia deixá-lo no conforto de uma garagem fechada. Este sinal sugere-me que, pela calada da noite, os proprietários dos barcos da ANS sobem a praia e fazem um curtinho trajecto até à rua; ao raiar do sol, lá vão eles com a primeira engatada e fazem-se ao rio, como qualquer citadino, enquanto as pescadas estão a dormir.

É curioso, pois nunca vi um barco a circular nas estradas. Mas tem de haver, pois o sinal está lá! E é mesmo chato, pois dava mesmo jeito atalhar por essa rua, que está vedada a todos os transportes automobilizados que não cheirem a chaputas e que não tenham quilos de caca de gaivota.

Senhor leitor, se por acaso passar pelo Seixal um dia destes, não se esqueça de levar um par de remos, uma boina e uma camisa aos quadradinhos. Compre um catavento e meta-o no braço do reboque, e espalhe uma posta de pescada pelo capô, para impregnar o carro do característico cheiro a barcos... e tenho a certeza que conseguirá iludir as autoridades, e clamar vitória por poder circular numa estrada exclusiva... a embarcações!

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Seja solidário, apoie o Pituxo Estaci!



Seja solidário, apoie o Pituxo Estaci.


Hoje, como tema da minha 100ª posta de pescada, venho falar-vos de amor e solidariedade. (Se tiverem um mp3 com violinos, ponham a tocar enquanto lêem isto).

O que vocês vêem na fotografia, é o Sinal de Fim de Proibição de Estacionamento. Como o nome é longo, passei a chamá-lo Pituxo Estaci. Ora, o Pituxo tem tido uma vida muito atribulada... a primeira vez que o vi, um bárbaro estava a pisá-lo com a roda traseira do seu jipe. Os seus gritos de aflição fizeram-me divulgar o seu sofrimento para a revista AutoHoje. Bem, passado algum tempo, alguém voltou a içar o Pituxo, e ele alegremente continuou a sua vida a permitir o estacionamento na rua.

Só que a crueldade humana não conhece limites... sim, você também! Quando foi a última vez que viu olhos nos olhos um sinal de trânsito? Eles estão lá, quer faça chuva ou faça sol, para impedir acidentes. Quando foi a última vez que disse alguma palavra carinhosa a um sinal de trânsito, hã? Mmmhhh... a sério? Não, eu digo sóbrio, sem 6 cervejas em cima... ah está a ver?! Estamos a criar uma geração de sinais de trânsito deprimidos, sem auto-estima!

Pois é, este mundo cruel fez com que o Pituxo voltasse a cair e a ficar em baixo. Esta fotografia relata bem a podridão do mundo sinalético... não há solidariedade nenhuma, pois os sinais de proibição para estacionar lá estão, de pé, a ignorar completamente o amigo caído. É de ir às lágrimas esta situação.

Se você ama os sinais de trânsito, por favor, ajude o Pituxo. Dê-me 5 euros para eu comprar um lar para ele. Vai ver que não se arrepende... (yes, vou ficar rico!)

segunda-feira, 19 de março de 2007

Sinais de trânsito, codificações e acentos: Portugal no seu melhor!



Nota algum erro neste sinal? Procure melhor...

Aqui está a informação dos engraçadinhos...


Nota algum problema neste sinal? Não? Observe bem: em 25 caracteres, pode encontrar um erro de codificação, e uma calinada gramatical! Onde deveria estar "Artigo 50º do Cód. da Estrada", lê-se "Artigo 50« do Cod. da Estrada". Ou seja, o º é substituído por um «, e o 'Código' não teve direito ao seu acento...

O autor deste sinal é uma empresa chamada Trafiurbe, uma empresa de comércio e industria (sim, o indústria não tem direito a acento) de máquinas para sinalização, S.A. A Fábrica é em Fetais, Camarate, e o mail é trafiurbe@mail.telepac.pt. Os telefones têm indicativo de (01), o que sugere que a informação e a placa já têm muitos anos...

A minha pergunta é: como é que o raio do sinal falhou tantos pontos de controlo? É a prova provada que a incompetência inda governa este país... Começa-se pelo operário, que lá trocou os caracteres iso-8859-1 pelos UTF (sim, eu sei, parecem nomes de protocolos de adesão da UE), mas que é mais um dos portugueses que acha que os acentos só complicam.

Continua pelo responsável da empresa, que não verifica o material e que o despacha mesmo assim. Acaba no responsável da Câmara Municipal de Lisboa, que não viu que as placas estavam defeituosas (ou então, também não reparou, ou também acha que "código" não leva acento) e, em vez de as mandar para trás, lá as compra com o dinheiro público.


sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Atravessar uma passadeira: suicídio ou vontade de morrer?



Portuguese Pawns Chainsaw Massacre - the roadsign!


Qualquer dia, quando se fizer um seguro de vida, além das perguntas "Fuma quantos maços de tabaco por dia?", "Costuma fazer paraquedismo com paraquedas 'made in China'?" ou "Você é do Bloco de Esquerda e vive na Madeira?", haverá outra pergunta no formulário, tipo "Quantas vezes atravessa uma passadeira portuguesa por semana?" para calcular o prémio. É que se parece cada vez mais com um desporto radical, do que uma necessidade.

No entanto, os peões deviam emancipar-se nas passadeiras! O reles peão, frágil e vulnerável possui, pasme-se, prioridade nas passadeiras perante os possantes e agressivos condutores! Eu, sempre que atravesso uma passadeira e alguém não pára, costumo aplaudir a ousadia e agradeço a violação do meu espaço com um "Obrigado" bem sonoro (já expliquei aqui anteriormente porque prefiro agradecer do que insultar tais bestas ao volante). Sugiro que faça o mesmo.

É claro que há honrosas excepções, nomeadamente com belos exemplares do sexo feminino com micro-saias vestidas, que não só atravessam sem problemas qualquer passadeira do feudo, como até podem aumentar o seu ego com alguns piropos (a propósito de piropos, nunca vi uma rapariga a correr atrás de um condutor que mandou um piropo, completamente apaixonada por tal mensagem romântica. Se a taxa de sucesso é 0%, porque é que ainda há tipos que ainda se dão ao trabalho?!). Mas, como eu sou homem, acho que a única solução por vezes, é andar com uma folha A3 a dizer: "Páras ou levas com pontapé na porta!".

A figura de hoje é de um sinal de trânsito para os lados da Amora, o qual tive o privilégio de fotografar e partilhar com todos os leitores deste blogue. É, sem dúvida nenhuma, o meu sinal favorito. Gostaria de conhecer o tipo que meteu tal autocolante lá. E, já agora, será que há moto-serras em 2ª mão no Ocasião? Pelo menos, satisfazia um dos meus três objectivos na vida: plantar uma árvore, fazer um filho e aparecer na capa do 24 Horas.

Ah, e o que dizer das velhinhas na passadeira?

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Morte ao sinal!





Die, moda foca, die! I ame Ivile! Buahahahaha!


Todos nós temos um trauma com os sinais de trânsito... eu sei. Começa logo no exame de código, quando falhámos aquele sinal que diz que é proibido passar camiões com material nocivo ao ambiente entre as 4h30 da manhã e as 7h30 da manhã, em dias festivos e ímpares, desde que o eixo não ultrapasse 3 metros e que o condutor seja do signo capricórnio.
O nósso ódio continua, quando aquele sinal de "proibido estacionar" sorrateiramente se escondeu atrás de umas moitas, o que levou logo a aparecer um belo bilhete no pára-brisas. Aquele sinal de proibido acima de 50, quando a estrada é uma recta longa e deserta, excepto aqueles dois polícias atrás do painel publicitário no final da recta. Os sinais a avisar que há bombas de gasolina a 100 metros, que nunca aparecem quando o carro já está na reserva há 100km e trabalha a vapores, mas que aparecem depois de termos caminhado 5 km para comprar uma garrafa de gasolina na estação da aldeia.
Como tal, é normal que a nossa revolta seja direccionada para todos os sinais, mesmo aqueles muito simpáticos que nos DEIXAM fazer alguma coisa.
Ora, o sinal da fotografia já o ando a micar há algum tempo, já está assim há mais de um mês. Hoje foi "espezinhado" por este transgressor, que muito provavelmente, usou o retrovisor para minuciosamente deixar o carro assim. Deve ter saído do carro, virado para ele, e disse: "Vais deixar de proibir o estacionamento, vais? Toma lá, esta é pelos teus primos azuis e vermelhos! Contorce-te com este estacionamento em transgressão! Vais morrer de desgosto! Die moda foca, die!". Não consigo deixar de sentir uma ligeira simpatia e compreensão pela atitude deste condutor.

domingo, 21 de janeiro de 2007

Ó Carmona, já viste bem isto?!

Carmona, depois ver ver a alternativa ao radar
Carmona Rodrigues, depois de ver esta posta.

Temos os políticos que merecemos. A Revista FHM, essa sim, é que devia mandar no burgo! No dia 21 de Dezembro de 2006, quando os radares foram inaugurados, algumas voluntárias da revista decidiram mostrar ao Carmona que é possível ser muito mais eficiente a abrandar os tugas do que os radares que custaram milhões, em várias artérias de Lisboa.
Se formos ver bem as contas, se cada rapariga trabalhar assim umas horitas por dia a recibos verdes, ó Carmona, com o dinheiro dos radares eras capaz de lhes pagar durante anos, já viste? Sem falar no boost na tua popularidade e re-eleição garantida!
É claro que, inicialmente, o tuga não está habituado a estas curvas, pode haver alguns acidentes derivado de um "sobre-abrandamento", e até alguns tugas podem pensar que o 50 é o custo de um tipo de prestação de serviços que normalmente não passa recibo verde (adoro o tipo que fica escandalizado com os pêlos de uma catraia, no 2º filme), mas depois do choque inicial, todo o tuga irá mais feliz para o trabalho, e não deixará de "cumprimentar" estas verdadeiras agentes de autoridade. O problema depois seria contrornar o hábito e evitar cumprimentar a secretária do chefe com um "Ó boa" em vez de "Bom dia". Mas ó Carmona, quer-se dizer, já viste bem os radares destas meninas?!

FHM - Voluntárias Parte 1


FHM - Voluntárias Parte 2


FHM - Voluntárias Parte 3


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