Comportar-se como um animal ao volante é tão português como o fado e o chibanço. Ter ministros a 200 km/h na A1 sem pagar multa, comprar um Audi em 2ª mão, meter um aileron Matias na oficina do bairro e testar o bólide na ponte Vasco da Gama é português. E dizer mal dos outros também. E viva o blogue :)



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sexta-feira, 11 de julho de 2008

Malvados dos ambientalistas, tinham de estragar o anúncio pipi do Sócrates...



À falta de imagens a trocar os pés pelas mãos, olha,
fica aqui uma que também ilustra bem o que se passou.


Estava mesmo a adivinhar que esta história dos benefícios fiscais para automóveis eléctricos ia dar raia. Este tal projecto piloto de implementação de carros eléctricos que abriu os noticiários portugueses afinal é o projecto Better Place, que já existe desde Outubro de 2007 e que começou por abranger só a Dinamarca e Israel. Apesar de aplaudir a iniciativa, acho que não fazia mal nenhum ao Sócrates referir que apanhou um comboio em andamento, e parar com estas conferências de auto-promoção, como se fosse ele que foi o responsável maior por esta iniciativa e que merecia uma estátua por causa disso.

Mas a parte mais hilariante foi o anúncio dos afamados "benefícios fiscais" aos carros eléctricos, onde até eu fiquei confuso com as percentagens anunciadas; afinal, os carros eléctricos iam pagar 30% mas não é que a Quercus lembrou que a legislação portuguesa já prevê a ISENÇÃO COMPLETA do IA para carrros eléctricos?!

Ou seja, por outras palavras, vamos incentivar o uso do carro eléctrico subindo o Imposto Automóvel de 0% para 30%! Se a outra medida era a dos "Robin dos Bosques", esta deve ser a medida "Capitão Roby", pois por um lado fode mais quem se vai meter nisso, e ainda saem todos alegres a pensar que foi bom. É claro que isto é mais uma gaffe monumental (será que vamos assistir à desculpa do "Erro Informático, parte 2?"), e é óbvio que o Sócrates vai voltar para trás e anunciar os 0% de IA com outra pompa e circunstância, com crianças e malta bonita no pano de fundo para a figura ficar mais atraente.

Nota-se a falta de trabalho de casa, senhor primeiro ministro. E acredito que bastava ouvir os moços da Quercus para evitar estas falhas monumentais, que eles estão cá para isso. É o que dá ir para os debates quinzenais à Assembleia da República com mais vontade de andar a fazer oposição à oposição, estudar as fraquezas da oposição e andar nas guerrinhas estúpidas de respostas eloquentes aos deputados para mostrar que é respondão, do que andar a tomar decisões bem feitas e ponderadas.

Mas percebe-se, há que começar a ensaiar a garganta para as eleições que vêm aí. Carros eléctricos, esses, talvez em 2010, quando os administradores da Galp andarem a nadar em dinheiro numa caixa-forte, realizando o seus sonhos de criança em serem como o Tio Patinhas, enquanto a malta que por aqui vai ficando começa a desistir de andar de carro! Mas isso é bom para o ministro da Administração Interna, que já deve estar a preparar um fantástico anúncio da redução da sinistralidade rodoviária, auto-elogiando-se pela inteligência das suas medidas que tiveram o efeito esperado, e ignorando por completo o verdadeiro motivo para isso: é que em 2008, os portugueses claramente que andam menos de carro e compram menos carros novos!. Um detalhe insignificante, claro.

É carros eléctricos, é taxas "robin dos bosques"... é mas é muita lata!





É preciso ter uma grande lata! Só agora, em Julho de 2008, é que descobriram o maravilhoso mundo dos carros eléctricos! Realmente, as visitas à Finlândia devem ter servido só para reconhecer as pistas de ski por lá, e a visita da família real da Noruega cá em Portugal deve ter servido mesmo para o cozinheiro do rei aprender a cozinhar bacalhau decentemente.

Depois destes meses agonizantes com os combustíveis a subirem em proporção às contas bancárias dos administradores da Galp & Cª, eis que finalmente acordam para a realidade e é anunciada uma parceria com a Renault-Nissan para que Portugal seja uma das cobaias. Yup, Portugal, Dinamarca e Israel são os países escolhidos para testar os novos modelos da Renault. A opção por Portugal é simples: em primeiro lugar, deve dar jeito aos administradores do consórcio ter o Algarve à distância de umas horitas; em segundo, porque vamos entrar em ano eleitoral, obviamente!

Apesar de reconhecer que o Sócrates pelo menos tem tomates menos pequenos do que os outros primeiros-ministros (parafraseando o Henrique Medina Carreira, "um fugiu e ninguém sabe dele, o outro arranjou melhor tacho na UE, e outro foi despedido pelo presidente; este ainda vai aguentando"...), também é verdade que já cansa o show-off com que apresenta o óbvio. Ou devia-me sentir particularmente grato pelo carro eléctrico ter desconto de 30% no IA? Os carros instalados de raíz com GPL, ou híbridos, já possuem um abatimento de 40% no IA, o que quer dizer que são mais "amigos" do ambiente do que um 100% eléctrico? Ou são as percentgens que já estão a confudir o ministro? É que de primeiros-ministros do PS e de percentagens, nós já sabemos no que dá. Edição posterior: afinal estava errado, o desconto é de 70%, e não de 30%. Deixo no entanto o parágrafo original.

Acham que estou a ser injusto? Então reparem bem o que eu considero um INCENTIVO DECENTE para que a população opte finalmente por um tipo de carro que se encontra ainda mal visto, obra de um lobby petrolífero bem potente que, finalmente, está a diluir-se no próprio veneno que produziu, a especulação desenfreada:

  • Serem isentos de taxas (como o imposto de circulação)!
  • Serem isentos de algumas portagens (como na ponte 25 de Abril)!
  • Terem estacionamento gratuito, lugares específicos e com carregadores eléctricos no centro das grandes cidades!
  • Poderem circular nas faixas de bus!

Acham que estou a sonhar? Pois é precisamente estes benefícios que vigoram em países como na Noruega e em Westminster, Londres! Se o primeiro-ministro quer realmente que o tuga típico troque para um carro eléctrico, tem de fazer mais do que isso! Essa de aplicar a taxa "Robin dos Bosques" não passa de uma medida para tentar ganhar alguma simpatia eleitoral por causa do nome vistoso, mas na verdade o que ele quer é uma fatia do bolo chorudo que a Galp ganhou com a inacção do Governo em atenuar a exploração escandalosa a que fomos sujeitos! É assim que se apanham os hipócritas.

Mas já nada me surpreende, depois da Galp não ter efectivamente descido o preço do gás com a descida do IVA de 21% paa 20%, usando a desculpa super-esfarrapada do "erro informático", e os generosíssimos proxenetas da Galp ainda se oferecem para devolver o valor... De facto, é roubar e ainda rir na cara.

Já agora, alguém sabia que a Galp acabou de entrar para o top 500 das maiores empresas do mundo? É claro que, nos tempos que correm, não convém divulgar isto aos quatro ventos, pois todos nós sabemos de onde veio esse dinheirinho extra, e como é que foi obtido.

Honestamente, o meu medo agora é que larguemos um monopólio de proxenetas (Galp), para se calhar entrar noutro (EDP)... que venha a campanha eleitoral já, enquanto andamos meio habituados à roubalheira e pouca-vergonha! Assim ao menos somos poupados a mais meses de agonia e sofrimento em 2009.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

O fim do Hummer: vai-te embora, que não deixas saudades!





Tenho estado com algum trabalho e não tenho acompanhado de perto as tristes novelas portuguesas. No entanto, e como estava claramente à espera, a malta está a perder mais tempo a falar sobre a decisão da UEFA sobre o FC Porto, do que a decisão da AdC sobre a cartelização de preços dos combustíveis!

Num país onde até se cobra bilhete para se assistir a um treino de futebol e até se esgota a lotação, só posso dizer que temos o que merecemos. "Ah e tal, é o petróleo e coiso" párem de ser assim tão tapados, que os espanhóis também compram petróleo no mesmo sítio, não mexem na carga fiscal do ISP e em 2007 o gasóleo aumentou 2,8% lá, enquanto que em Portugal aumentou 21,6%. Sabendo nós que em Portugal, a refinação de combustíveis é um monopólio, acho que realmente não há nada para concluir, nós somos todos umas bestas pagantes que daqui a pouco vão estar a ver 3 jogos de futebol por dia com cervejas e tremoços ao lado, para esqueçer a ladroagem.

Mas aproveito para um off-topic e registar a notícia da GM, que irá fechar a produção do Hummer. Realmente, alguém iluminado naquela corja de ricaços terá usado o neurónio bom e terá percebido que já não faz falta um carro com motor de 6.0 litros com 325 cavalos, que gasta uma média de 15 milhas por galão (ou aproximadamente 16 litros / 100 km) e que pesa perto de 3 toneladas, no contexto de crise petrolífera actual! Já agora, durante a pesquisa destes valores, fiquei a saber que nos EUA os "carros" com mais de 2.6 toneladas de peso têm direito a... benefícios no IRS! Um político esperto podia usar o mesmo estratagema em Portugal: fazia com que 5% dos gastos anuais em bilhetes para ver futebol tinham direito a reembolso no IRS, e o bacano ficava em São Bento até o Scolari cortar o bigode.

Pois a GM, a empresa que desenhou e produziu o mais promissor carro elétrico dos últimos tempos, o GM EV1, e que assustada pelo tremendo sucesso e baixo custo que este carro oferecia aos seus utentes, não descansou enquanto não recuperou e destruiu todos os seus exemplares para que não restasse memória de tal carro demoníaco, apressou-se a substituír essa memória "má" com a compra e comercialização dos obscenos Hummer, no mesmo ano em que acabou com a frota dos EV-1!!

A parte engraçada é que, com a desactivação da Hummer e com a "forçada" aposta nos carros eléctricos, como o GM Volt, esses proxenetas da GM ainda vão virar-se para nós, com toda a mais pura hipocrisia, referir que "vão apostar em carros mais amigos do ambiente, pois querem salvar o planeta" e baboseiras semelhantes. Claro que querem, assim como deliberadamente congelaram a investigação em carros eléctricos durante 10 anos, mataram um carro inovador porque estava a incomodar os colegas do lobby petrolífero, e também deliberadamente lançaram uma campanha de "macho que é macho anda de Hummer" para instigar todos os americanos com muito dinheiro e ar entre as orelhas a comprar esas bestas execráveis de mais de 3 toneladas, para se sentirem mais potentes sexualmente, e para poderem cagar mais de alto para os restantes condutores.

E como não me apetece andar com paninhos quentes, e já estou habituado aos comentários do "ah e tal, dor de cotovelo, também querias", ilustro a minha ideia precisa do típico comprador de SUVs com esta banda desenhada: não passam de pessoas que sofrem de problemas de afirmação pessoal, problemas de afirmação sexual ou problemas de altura! (ou mais conhecidos respectivamente por carneirinhos, frustrados e minorcas!)

Não sei se já repararam, mas do ponto de vista de um peão que atravessa uma passadeira, um SUV é uma verdadeira sentença de morte para o desgraçado que tiver o azar de levar com um, em vez de um carro normal. Ainda ninguém me conseguiu convencer qual é a utilidade desse tipo de carros a não ser para estimular egos e mostrar o desprezo que a pessoa condutora tem pelo ambiente e pelos restantes utentes das estradas. Mais uma triste cópia do que a América tem do pior.

Quando atravesso uma rua, tenho sempre de me colocar à coca com o palhaço distraído com o telefonema que não podia esperar, ou com a otária que fala para o lado todos os segundos que conduz. Agora com esta febre estúpida de SUVs, tenho de me acautelar duas vezes, senão ainda tenho o azar de levar com uma grelha de um Audi Q7 mesmo em cheio, e de ficar com os quatro anéis tatuados na testa, antes de cair no chão! EuroNCaps e estrelas de protecção de peões e coisa e tal, o português o que quer é que seja grande e vistoso, para o portuguesíssimo "inveja ao vizinho".

Pois bem, foram-se os Hummers e espero que o resto da SUValhada toda vá pelo mesmo caminho, que não faz falta nenhuma: já os carros elétricos, esses, fazem muita falta mesmo. Mas não vos aconselho a esperarem sentados por eles; por este andar, é mais rápido e mais esperto emigrarem para um país com uma consciência ecológica mais desenvolvida do que este país sedento de futebol, do que esperarem que eles sejam importados alegremente para Portugal.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Chiu, ninguém pode saber disto, mas é que eles andam por aí!



Estão a ver aquele anúncio do autocarro da selecção portuguesa, a ser movido por "energia positiva"? Não sei se gostam, mas a mim provoca-me vómitos. É espantoso a lata como uma empresa que está a bater recordes de lucros com o aumento desenfreado do preço dos combustíveis tem o descaramento de usar a Selecção Nacional para criar uma imagem de empatia, e de apelidar de "energia positiva" o chulanço que são os 14 aumentos de preço da gasolina desde o início do ano!!

Mas o que é assustador é que as pessoas não possuem muitas alternativas, não é? Quer dizer, as pessoas precisam de trabalhar, os transportes públicos não chegam para as encomendas, e em certas linhas como a de Sintra ainda podemos ser brindados com uma limpeza de bolsos. Não há alternativas, não há carros elétricos, pois não?

Claro que há! E já andam na Europa, e eu já vi com os meus olhinhos! Estive na Noruega em Dezembro de 2007, e vi vários destes carros desajeitados, mas que não faziam quase nenhum barulho, e que tinham uma data de luzes curiosas no tablier. São os Buddys, são carros elétricos e vendem-se na Noruega como pães quentes, pois são até os carros mais baratos!. E olhem que os noruegueses não são propriamente pessoas a ganhar salários mínimos; a diferença é que são pessoas com consciências bem mais evoluídas do que a esmagadora maioria dos governantes deste triste país!

Ah, são feios?! Estou-me a cagar se são feios! Se se vendessem em Portugal, já tinha comprado um, mesmo se fosse cor-de-rosa! É que isto de andar a encher os bolsos a cartéis que ainda por cima gozam connosco ao intitularem-nos de "energia positiva" dá logo a vontade de pedir a nacionalidade espanhola! Desculpem lá, isso de comprar produtos portugueses e tal eu alinho se forem morcelas e enchidos; agora gasolina, vão mas é pró caralho! E eu ando a GPL, mas olhem que já aumentou cerca de 15% num ano...

Porque é que não há carros eléctricos a vender em Portugal? E se eu quisesse importar um da Noruega, será que não me iriam colocar entraves? Lembram-se que a alfândega nem gosta de fritos, quanto mais de micro-ondas... se calhar, na lei portuguesa ainda encontram uma desculpa para este carro não poder circular cá, daquelas leis obsoletas ou homologações parvas que impedem por exemplo os carros GPL de estacionarem nos parques subterrâneos. Uhhhh o horror, o drama... um carro a GPL é logo sinónimo de um Artur Albarran a alçar a perna e a debruçar-se com um "imagens reais"!

Se na Noruega já se vendem, porque raios é que não há nada parecido em Portugal? Ah você não sabia que já havia carros eléctricos a andar na Europa? Não acha estranho que não se publique nada sobre esse facto? Para quando uma notícia num telejornal sobre este assunto importante para os portugueses, em vez do resumo alargado do Santa Clara - Trofense?! Se calhar há quem não quer que se saiba que já há alternativas que podem arruinar os milhões de lucros...

Adorava que um português decidisse comprar um destes carros e tentar circular com ele em Portugal. Daria uma história brutal. Alguém quer ser pioneiro?

segunda-feira, 21 de maio de 2007

(Cof Cof) Que nojo de anúncios para vender carros!



O horroroso anúncio do Honda Civic híbrido...


Já todos nós sabemos (menos o Bush e os rednecks, claro), que o planeta precisa de acabar com a tonelagem absurda de CO2 que os carros emitem. Em Portugal até temos uma associação, a APEV - Associação Portuguesa do Veículo Elétrico, e temos uma UE a restringir as emissões, e construtores europeus de automóveis a cumprir com responsabilidade (claro que os americanos, esses, como desconhecem o problema, andam todos contentes com os seus Hummers e outras monstruosidades de 3 toneladas...). Agora, por favor, com publicitários e malta do marketing deste calibre, meu Deus do céu, assim não vamos lá!

Agora, pelos vistos, todo o anúncio de automóvel precisa de ter a palavra "Ecológico" ou "Ambiente"! Já viram o novo anúncio no Honda Civic Híbrido, aqui do lado? É de cortar a respiração... que exagero monumental! Se o mundo estivesse assim TÃO POLUÍDO, já não havia necessidade do carro: já estávamos todos mortos!!! E os anúncios da Citroën a dizer: "Economia=Ecologia"? Sim... como se os carros que vendem fossem limpos para o ambiente...

TRETAS! Segundo esta página, os únicos 3 híbridos à venda em Portugal (o Honda Civic Hybrid, o Toyota Prius e o Lexus GS 450h) emitem para a atmosfera, respectivamente, 104, 116 e 186g de CO2/km para a atmosfera. Apesar de emitirem menos, continuam a emitir! Logo, esses carros não são amigos do ambiente: são MENOS INIMIGOS do ambiente. Lá porque emitem menos CO2, CONTINUAM a emitar CO2 e a gastar combustíveis fósseis.

Aconselho-vos a ver o filme "Who killed the Electric Car? (de 2006), que refere a triste história do General Motors EV1, um carro elétrico que circulou pelas estradas californianas nos anos 90. Cerca de 800 foram produzidos, e a sua autonomia de 120 milhas era mais que suficiente para 90% da população. No filme, prova-se que, mesmo considerando que a energia que carrega o carro seja produzida a partir de carvão, o carro compensa em termos ambientais.

O que se aconteceu então ao carr elétrico? A indústria petrolífera assustou-se com o carro, e exerceu um lobby forte nas construtoras e nos governos federais para matar o carro. E conseguiu, passados alguns anos, com a ajuda do Bush (ou não fosse ele um grande amigo dos árabes). As construtoras, cobardemente, retiraram da circulação todos os carros eléctricos que produziram, para que as pessoas se esqueçam que existia tal carro!! O mais engraçado é que esses construtoras abrangem: a GM, com o EV1, a Ford, com o Think e o Ranger, e a Toyota(!) com o seu RAV4 EV (Sim, havia um RAV4 a electricidade!!), e a Honda, com o seu EV Plus.

Espera aí: a Toyota e a Honda?! SIM! Com uma mão, anunciam o Prius e o Civic como os salvadores do planeta. Por outro lado, roubam aos seus donos os carros elétricos que construíram, com medo dos processos que foram colocados pela indsústria petrolífera americana!!!

Como tal, não me venham com anúncios da treta! Se eu pudesse comprar um carro eléctrico hoje, comprava-o já! Quero lá saber se só faz 100km, comprava-o já para não depender de petróleos! Mas não estão à venda, pois não? Porquê? Acho que o preço ridículo dos combustíveis actuais dizem tudo: para enriquecer estupidamente os árabes e aumentar os lucros brutais de Galps & Ca..

É assim a luta actual para acabar com as emissões de CO2 neste planeta... e os publicitários portugueses, esses, lá andam no seu próprio planeta, arreados da realidade.


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